"Esse sol tão lindo, gostoso de se ver, essa vida boa correndo pelas mãos"

"Olho para o céu, tantas estrelas na imensidão do universo em nós"

"Vesti o melhor sorriso..."

"Cogito, ergo sum"



Começo este texto falando de uma situação tão corriqueira e bobinha que acontece no nosso dia a dia, aquela desagradável falta de luz. Desagradável? Indagou-me um pensamento Porque temos medo do escuro?Talvez seja porque (parece contraditório, mas penso assim) nele nos encontramos conosco mesmos.
Vejamos bem quando falta energia ficamos atônitos não simplesmente por não desfrutarmos das “maravilhas” que a luz nos proporciona, mas é porque temos que olhar para dentro de nós mesmos e esse processo de introspecção mexe muito com a gente.
Apagar as luzes quer dizer tchau, até mais, adeus...
Ao desligarmos o telefone estamos findando um diálogo, que pode ser tranqüilo, apaixonado (“desliga você, não desliga tu, vamos contar juntos e assim desligaremos”), desconfiança (porque será que desligou tão bruscamente, ou porque não atende ao telefone?), saudade (lembrei-me quando falo com mainha, ô saudade...)
Apagar a vela significa um tchau às vezes prolongado, um adeus a um passado, porém com a certeza de que sempre a luz poderá voltar a brilhar e aquela dor que confrangia vira alegria.
Apagaram-se as luzes... Da casa para um encontro conosco mesmos, para repousar, entrar no mundo do possível e do impossível, dos medos, monstros que assustam as crianças; do carro para afirmar uma parada seja para conversar, descansar o motor ou os corpos; dos olhos de quem se ama quando parte para a Casa do Pai ou quando a apagamos de nossas vidas...
Enfim tudo fica cinza, preto, sem graça, apagaram-se as luzes e com ela muita coisa se foi... Vai-se...
Chega-se...

Forte abraço:
Diego Monteiro

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Pensei hoje sobre aquilo que nós (pessoas) acreditamos e colocamos tanta confiança, às vezes “cega” e definitiva. Não quero com este texto descrever as “frustrações” da vida, mas mostrar assim como o saudoso Nelson Rodrigues “A vida como ela é”... Pessimismo não, REALISMO.
Nem tudo o que sonha se torna realidade, nem tudo que é realidade é sonho!
Nem toda prece que se faz se é atendido, ás vezes aquilo que menos se reza se alcança.
Nem todo abraço é acolhimento,
Nem todo sorriso é sinal de boas-vindas,
Nem todo olhar é de admiração, há olhares que são de inveja.
Nem sempre onda há fumaça há fogo!
Nem toda amizade com um “q” de carinho e cumplicidade é relacionamento amoroso, e às vezes nem todos os casais enamorados são amigos!
Nem toda lágrima é sinônimo de sofrimento, bem como nem todo sofrimento para se tornar tal deve ser manifestado, há aqueles (as) que sofrem em silêncio e até sorrindo.
Nem todo olhar atento quer dizer ATENÇÃO,
Nem todo beijo é sinal de amor, ás vezes pode ser sinal de traição, lembra de Judas?
Nem todo ponto final quer dizer que o texto acabou,
Nem todo ADEUS quer dizer que nunca mais nos veremos,
Nem todo tchau quer dizer até logo...
Nem sempre para se amar é necessário está junto toda hora, nem sempre está junto toda hora quer dizer que é AMOR.
Nem toda embalagem que dizer sobre o conteúdo, nem todo conteúdo remete à embalagem.
Nem todo personagem é pessoa, nem toda pessoa é personagem.
Nem toda crítica é para destruir,
Nem todo aplauso é sinal de aprovação!
Enfim na vida as coisas são assim há muitos fatos, olhares, observações, constatações, vertentes, versões, mas paremos para pensar O QUE É VERDADE?
Uma coisa basta na vida AS ESCOLHAS...

Forte abraço:

Diego Monteiro

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Vou contar a história do EU e do TU. Isso aconteceu provavelmente numa manhã chuvosa, ou numa tarde ensolarada, até mesmo diante de um céu estrelado e com a lua bem grande e espaçosa no céu, se apresentando por inteiro para um público seleto: EU, TU e tu! Ou quem sabe ainda numa casa no alto da serra de Petrópolis, Chapada Diamantina, Agreste de Pernambuco, sei lá, apenas nisso tudo me chama atenção nesse exato momento quatro elementos: lareira, fogo, vinho e tu... é TU!
Eu que olhos nos olhos de tu, vendo uma luz tão radiante que nem o lago Ness ou o maior espelho d’água do mundo poderia refletir.
Tu, que quando repara neste EU consegues ler a alma, o coração, a mente, o hoje, o ontem e o amanhã.
Eu que passo o dia numa ânsia pelo TU como os sentinelas que esperam ansiosamente pelos primeiros raios de sol que desembocam na aurora.
Tu que mesmo nos movimentos frenéticos do cotidiano e com seu jeito racional de entender a vida, as cores, os amores, arranjas um jeito que só é teu de dizer ao Eu “estou aqui pra cuidar de você!”
Eu que seria capaz de roubar todos os anéis de Saturno para colocar solenemente num dos seus dedos singelos e bem esculpidos desse TU!
Tu que ao regar as plantas do jardim é capaz de ver elementos na água que sai do aspersor além da comum fórmula química H2O, e diz para o Eu que a vida é feita de surpresas, encontros, simplicidade, acasos que são percebíveis apenas por TU!
Eu que sou capaz de ver o pôr-do-sol e lembrar com ele todas as sensações vividas, compartilhadas, ora cômicas; ora lacrimosas de TU. Eu sabendo que mesmo que o sol se esvai no infinito céu, é sempre certeza de que no outro dia surgirá com o brilho e vigor, nunca em tom de mesmice, assim como TU!
Eu que sou capaz de conjugar os verbos em 1ª pessoa, mas que espera a segunda pessoa TU para completar o sentido da existência do verbo...
Tu,Eu,EU,Tu e tu!...
Afinal EU gosto de mim mesmo, mas é com TU que o gostar de mim vira amor próprio em função de todas as coisas existentes inclusive TU, apenas Tu!
Sou do TU e o tu é do EU!

Forte Abraço:
Diego Monteiro

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Um dia acordei.. e como de costume fiz uma breve prece, mesmo em meio a bocejos preguiçosos, e a cama e o travesseiro de forma uníssona clamavam: “fica mais um pouco..” mas como diz a clássica premissa do responsável: “O dever me chama!”
Ao sentar à mesa e ligando a televisão pude me interar sobre os acontecimentos que estavam acontecendo no mundo ao meu redor, e entre uma boa xícara de chocolate quente e uma garfada na minha farofa de cuscuz (sou do povão mesmo, é... gente como agenten!)  ia intercalando entre a degustação e as notícias que eram exibidas.Claro sabemos como é Jornal, há dias que só faltam jorrar sangue de nossas tv’s , mas enfim “informação é preciso!” bem como olhar o mundo de forma real é necessário, para todos os âmbitos de nossa vida seja acadêmico, social, profissional..
Uma xícara de chocolate e uma colherinha de açúcar, ouvi de um famoso jornalista que “'Exija que seus impostos não sustentem ficha suja' uma grande alerta para coerência de nosso execício de cidadãos brasileiros, nossa isso até me deu vontade de por mais uma colherinha sutil, e sem ter nem pra que, veio um trecho de uma música que há muito tempo não ouvia “vem vamos embora que esperar não é saber, quem sabe faz a hora não espera acontecer.” Fitando o prato de cuscuz, uma deliciosa farofa daquelas que é impossível não comer, deparei-me com outra notícia “Com o calorão, a capital paranaense acabou mudando de rotina. Até os bichos estão atrás de um refresco”, que me conhece sabe o que logo eu soltei quase me entalando com o cuscuz “QUE É UM CALOR DESSES?!!!”  se vovó tivesse viva ia me dizer “tá vendo meu filho como dizia Pe. Cícero o Sul vai virar Nordeste e o Nordeste vai virar Sul!”. Ah !quanta boa notícia, mas nem sempre as coisas são assim em meio ao sabor daquela refeição no esquema parodiando o “cara-crachá” “prato-tv.. tv-prato” vieram outras meio que indigestas “Infraero registra atrasos em 30,7% dos voos da TAM”, “Uberlândia é a 7ª pior na qualidade dos serviços prestado pelo SUS”, “Incêndio atinge casas de madeira no bairro do Comércio, em Salvador” ahãm! Parei por aí..
Mas já terminando o café da manhã, naqueles momentos finais, veio a previsão do tempo para salvar um pouco toda essa gama de notícias que incomodam, é um quadro do jornal que acho meio que óbvio “sol com pancada de chuvas, calor no Nordeste, No Sul os termômetros chegam a 5º” essas coisas...
É tenho ainda esperança de que ainda dias melhores virão: Os homens de boa vontade irão espalhar sobre a terra o amor, a solidariedade, gestos concretos e grandiosos de cidadania, algúem irá olhar para o pequeno que sofre, e as pancadas não serão apenas de chuva e muito menos pancadaria de violencia à mulher, criança, jovens, mas serão pancadas de coisas boas.. e não saírão mais gotas de sangue de nossas tv’s mas gotas de esperança!
Enfim Dias Melhores virão  pra sempre!
Forte abraço:

Diego Monteiro.

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Mesmo nsse corre-corre que começamos viver aqui na Bahia com greve de policiais, suspensão de aulas e agora Carnaval, novo curso na faculdade, novos rostos, novas as sensações e percepções, começei então a pensar naquilo ou naquelas situações que nem sempre são novas mas também não são velhas assim, pois sempre são re-significadas...
Vamos lá!
Penso no mar com suas ondas indo e vindo, e ao mesmo tempo a vida e sua dinâmica nos altos e baixos, encontros, desencontros e reencontros...
Penso na rosa que desasabrocha e consigo perceber a supresa de um carinho surpreendente, uma ligação inesperada, a fala de mainha pelo telefone, a voz de Samuel dizendo “padinho bençã? Tdbem?!” me pedindo pra contar historinhas...
Penso  também naquela ligação perdida que nem tive como atender por não está perto do telefone, por está sem crédito pra retornar... o que dizer daquela outra que fiz com tanta expectativa e do outro lado soava apenas um “tu-tu-tu” ou “o telefone chamado está fora de área ou desligado”  quando não  foi outra pessoa do outro lado, dizendo "se quiser deixar recado..."
Penso naquela ORAÇÃO, feita às vezes com tanta fé e força que foi capaz de estremecer meu coração, dando a certeza de que Deus estava comigo naquele momento! E naquela outra que fiz mecânicamente, com os lábios falava amém mas o coração e mente divagaram para um universo que só eu  tenho o bilhete de passagem ida e volta!
Penso naqueles amores que eu vi, que nas fotos expressaram tanto carinho, afeto, cumplicidade, ou li e ouvi juras de amor eterno e por um desatino estão distantes, sozinhos, ou até mesmo deram outro passo na vida. Mas penso naqueles amores que  sobrevivem a tudo e a todos nas quais as difuculdades não são entraves  porque o amor que os une é forte!
Penso nas lágrimas de felicidade e de tristeza, de perda e ganho, das chegadas e partidas, do tchau e do adeus!
Penso no sorriso, dos dentes brancos por natureza, naqueles de “metal” dos aparelhos ortodônticos, daqueles que até faltam alguns no “elenco”, mas são sorrisos! Penso e temo os sorrisos falsos ou por conveniencia, parece outdoor de um lugar não muito agradável.
Penso nas redes sociais, cada curtir, compartilhar, retwittada, e-mail, emocions, obgdo, xrus, rsrs, enfim as formas de dizer estou aqui mesmo a distancia, nesse mundo atmosférico dos bytes, gigas, bluetooth, sms, skype e por aí vai...
Penso nos atores e atrizes se despindo de si mesmo para dá vazão a outros (as) personagens que por meio deles viram pessoas ora odiadas, amadas, despercebidas, sem muito presença, mas é arte,  esforço, criação, pensemos de forma diferente cada personagem tem sua importancia, o que toca,  faz mímica, o que fica parado, o que dança, o que dirige, e claro o que assiste!
Penso.. e penso muito que até às vezes tenho medo dos meu pensamentos, mas como dizia o grande filósofo René Descartes : Cogito, ergo sum significa "penso, logo existo"; ou ainda Dubito, ergo cogito, ergo sum: "Eu duvido, logo penso, logo existo"... aí penso que existo e que se for pelo quesito pensamento irei existir muitos e muitos anos!
Forte abraço:
Diego Monteiro

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Diante dos acontecimentos que a vida prega e no “vai-e-vem” das marés de nosso mar existencial que nos coloca em contato com tantas pessoas, situações, circunstancias, promessas, decepções, alegria, reencontros, desencontros, enfim nesse misto de antítético da dinamica da vida pensei em algumas pessoas e lembrei-me imediatamente das fábulas, histórinhas, lendas, por aí vai...
Desde os 18 anos vivo de forma intinerante por este mundo de meu Deus, já morei em capitais, interior,  visitei povoados, região metropolitana, mar, rio, sertão, cerrado, concreto, numa selva, não apenas “Selva de Pedra” mas uma "Selva de Convivencias", umas lindas, outras sofridas, eternas, efemeras, formativas, destrutivas, reais e ilusórias... como diz o mantra “Tudo é graça, Deus nos conduz!”
Comecei então pensando com meus botões, ouvindo algumas canções, de hoje, de ontem, pus-me a pensar que vi pessoas que pareciam personagens das histórias das fábulas.
Por exemplo A Raposa e as  Uvas, na qual a pobre raposa muito faminta queria devorar aquele cacho mesmo estando fora do seu alcance queria muito prová-las, mas depois de tanto caminhar e desistir ela fugiu de sua humildade e não reconhecendo sua limitação, depositou a culpa no cacho afirmando que o mesmo não estava maduro. É já me deparei com situações assim, não pude fazer isso ou aquilo, é mas a estrada tava ruim, eu não tava afim mesmo, ou quando não temos atributos para desfrutar das coisas boas rotulamos, pomos defeitos enormes! Mesmo o cacho estando lindo e maduro a “esperta” raposa não preferiu acender vela pra sua vaidade do que rezar a novena do reconhecimento de sua debilidade! (Ah! colega se o Pânico ainda estivesse com a campanha das sandálias da humuildade..?!)
A Lebre e a Tartaruga, experiencia forte da soberba do ser humano, de que é forte, robusto, posso tudo, em minhas próprias forças nem que para isso humilhe os outros, o rebaixe, não perceba os seus talentos, não acolho os seus dons, duvido de suas capacidades, em vista disso fica-se tão apegado as “próprias qualidades” que se esquece que há ainda outras pessoas no mundo com tantos talentos, que podem não ser tão espetaculares quanto os meus, mas talvez sejam mais decididos, nobres, comunitários que o meu! A lebre confiou tanto em si que quando se deu conta a tartaruga estva cruzando a linha de chegada, é com aqueles passos lentos não tão rápidos quanto os da outra, mas com uma diferença firmes, decididos, com meta de onde se queria chegar. Voce conhece alguma lebre e uma tartaruga por aí? Eu já vi muitas!!!..
Menciono ainda as historinhas contadas por nossas vovós, mães,professoras na pré-escola  que no fundo trazem sempre esses elementos educativos de pano de fundo, na verdade são exortações de que na minha minha gente nem sempre sabemos de tudo, o melhor na vida não é abafarmos nossos talentos, mas também não dizer que somos Super-heróis de determindas situações, o importante sim é ser um pouco “tartaruga” mesmo que os passos sejam paulatinos, não importa a velocidade mas sim a chegada, não sermos raposas afogados(as) em nossas vaidades e pondo defeitos naquilo que não conseguimos ou daquilo que/quem não nos aproximamos. Sejamos sim obedientes, prudentes, agradecidos, confiantes nos outros que amamos, pois somente assim poderemos trilhar na “fábula de nossa vida” um final feliz e repleto de realizações.
Demos um basta as maças brilhosas que nos dão um sono eterno, ou mesmo as imitações baratas de amizades que encontramos por aí!

Pessoas e Fábulas ou Fábulas e Pessoas? Aí quem vai decidir somos nós!


Forte abraço:

Diego Monteiro

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Devo confessar que nos anúncios desse Projeto de Evangelização da Juventude em vista da JMJ 2013 no Rio de Janeiro, me deixou assim meio inquieto, pensei comigo “oxe poderia ser uma coisa mais jovial, uma coisa tão simplória dessa em relação a peregrinação do ícones da Jornada Mundial da Juventude, acho que isso vai pegar não..” e assim ia Bote Fé São Paulo, Boté Fé Feira, Bote Fé Juazeiro... Bote Fé Petrolina... Boté Fé... Bote Fé...
Bem continuando... Achei o termo muito simplório, até então não me dizia nada, depois veio o “jingle” do evento, desde já não quero desmerecer e inspiração e profundidade do grande mago da Música Católica Brasileira (MCB existe essa sigla? Se não copyright by Diego Monteiro.. He He He), mas a musica “Nova Geração” fazia um tempinho que não ouvia, e achei algo retrô! Talvez porque eu e você estamos habituados com os novos estilos de musica católica não tão tradicionalistas assim no tocante a letra, melodia, mensagens...
O tempo passou o termo Boté Fé chegou ao cume das expressões nas ruas, casas de formação, redes sócias, comunidades, pensei “opa o negócio ta caminhando bem...” afinal durante muitos séculos e em determinadas situações podemos recorrer ao ditado popular “A voz do povo é a voz de Deus!”
Voltando pra música, principalmente no seu refrão “no peito eu levo uma cruz, no meu coração o que disse Jesus”numa nova roupagem e com músicos posso assim dizer de nossa época, ficou jovial, envolvente, carismático, contagiante... Paremos por aqui os elogios!
Mas depois de ter digerido todas essas sensações, envolvendo a preparação das pessoas para o evento, discorri da seguinte forma: BOTÉ FÉ pode ser um termo também retro, mas afirmo com veemência que em nossa vida jamais devemos deixar de ter essa esperança cravada em nossos corações e em nossas almas. Bote Fé é a idéia de que dias melhores virão, é fugir de um pessimismo de que tudo acabou, devido a um assassinato de uma jovem de 15 anos em uma praça pública; do consumo de drogas no meio juvenil e dos índices de criminalidade envolvendo “nossa linda juventude”...
Tudo o que foi mencionado no outro parágrafo é lastimável, contudo não devemos pensar que a vida é resumida em lágrimas e dores, mas na alegria, na conversão de tantos jovens em que esses ícones visitaram e visitarão nas Casas de Detenção de nosso país! Claro que nem se de empolgação vive o ser humano, mas da realidade que se vive.
Portanto botemos fé sim primeiramente em nós mesmos, depois nos que amamos, nos nossos ideais e sonhos, naqueles que partilhamos nossas dores e alegrias, nas nossas amizades verdadeiras...
BOTEMOS FÉ! E somente assim poderemos entoar com muita propriedade o Hino do Bote Fé “No peito eu levo uma Cruz no meu coração, o que disse Jesus!” afinal o que boca profere o coração deve está cheio e as atitudes cotidianas devem ser coerente com tudo isso.
Um abração cheio de Fé, Esperança, nesse novo ano virtual que começa para esse simples blogueiro..

Diego Monteiro

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