"Esse sol tão lindo, gostoso de se ver, essa vida boa correndo pelas mãos"

"Olho para o céu, tantas estrelas na imensidão do universo em nós"

"Vesti o melhor sorriso..."

"Cogito, ergo sum"





Dos discursos ilógicos e daqueles que ainda aplaudem,achando-os o máximo...
Das mentes vazias e maléficas, as quais apenas em seus olhares vê-se nitidamente nascer maldades e perspicácia...
Das promessas que nunca são cumpridas, das histórias mal contadas, dos amores inacabados e daqueles que demoram pra começar...
Das campanhas nas redes sociais, da chamada da nova "novela das 9h", que de nova só tem a trilha sonora e olhe lá...
Das orações vazias e hipócritas, as quais são de pouca vivência e muita máscara, teatro, falsidade...
Da voz da atendente virtual "após o sinal diga seu nome e a cidade de onde está falando" ou "você não tem créditos suficiente para realizar esta chamada" ou ainda "tecle 1 para falar com um de nossos atendentes, 2 para promoções, 3 se vocês estiver falando do seu próprio aparelho, 0 para voltar ao menu inicial"...
Das promessas dos políticos, com o famoso jargão "se eleito for..."
Dos vendedores de guloseimas no ponto de ônibus, justamente no dia em que "papo" é o que você menos quer naquela hora do "rush"...
Dos humores que vão, que ficam e que às vezes nem aparecem...
Dos falsos amigos que insistem em travestir-se de verdadeiros...
Dos que sorriem e na verdade queriam mesmo era "fechar a cara"...
Das mensagens de auto estima, que acreditam elevar e na verdade o movimento é contrário...
Das pessoas que usam os sons de forma exagerada e obrigam todos a compartilharem daquele momento que eles (as) insistem em chamar de música...
Dos atos que pedem ações concretas e não passam de "blá-blá"...
Das placas e expressões É PROIBIDO, e as pessoas continuam a DES-proibir...
Enfim, cansei-me: dos meus escritos, do visual do meu cabelo, do perfil do face, dos emotions do msn, das músicas do celular...
Cansei... Cansamos..., mas é a vida, faz parte de sua dinâmica: rotina- mesmice-novidade, que depois vira mesmice-rotina, e que lá na frente vira novidade.... e depois.... já sabemos. Afinal descanso apenas no céu, pelo menos é o que dizem.

Forte abraço:

Diego Monteiro


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Daqui há alguns poucos dias, semanas, mês, iremos para o fim do ano e com este findar, bate logo à nossa porta os sintomas de reflexão que abarcam os seguintes elementos: Projetos, Sonhos, Atitudes, Relações, Espaços, Relacionamentos, Simpatias e por aí vai...
Daí surge a famosa premissa "no ano que vem, eu vou fazer diferente." ao som daquele música "daqui pra frente, tudo vai ser diferente..." Será? Sim, pode até ser, mas para este simplório "blogueiro" o mais importante no que tange a história (entendamos por história, existência, presença), não a preocupação de cada um de entrar na história, mas FAZER HISTÓRIA!
E ainda há um adágio popular que reza " o leite muda de recipiente, mas as moscas são as mesmas", a história pode até ser cíclica, mas os direcionamentos, somos nós que damos, optamos.
O fazer diferente não está longe de cada um (a), mas, imerso em nosso interior, na vontade de cada dia de nossa existência, construirmos dias, horas, meses, anos melhores.
Saltar as 7 ondas, degustar uvas, vestir branco, vermelho, amarelo, pintar a casa, mudar o visual, adquirir algo novo, de nada adianta  senão tivermos a capacidade de olhar a nossa imanência de forma positiva, propositiva...
Ser de POUCOS é um luxo!?
Ser de TODOS é uma qualidade!?
Não ser de TODO MUNDO é questionável ou excesso de reserva!?
O ideal é sermos dos nossos, valorizando-os e sendo feliz a cada dia ao lado de quem gostamos, admiramos, até porque é melhor que a felicidade chegue inesperadamente, do que vir a galope ou de trenó (já que no início desse texto me referi ao final do ano), afinal de contas Papai Noel só existe para quem acredita, não é verdade?
"Apesar de você, amanhã há de ser, um novo dia..." Será?!

Forte abraço:
Diego Monteiro

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Diante do corre-corre da vida e da grande estrutura que pertenço chamada mundo, e que ás vezes para mim se apresenta pequeno, distante, real, irreal e por aí vai...
Penso naqueles que pensam em tantas coisas da vida, nos aplausos, cargos de destaque na sociedade, repartições, organizações, nos que são esperados ansiosamente pelos seus fãs, nos que um dia receberem nomes em cidades, praças, ruas, BR’s...enfim os notórios, ou os que pensam em ser notórios e principalmente aqueles que eram notórios...
O que pude perceber diante de um mundo maior que o meu, é que diante de uma realidade ímpar e de um habitat diferente EU SOU APENAS MAIS UM...
Apenas mais um com os meus sentimentos, minhas ideias, ideais, pensamentos...
Apenas mais um que senta no assento do ônibus ou que às vezes vai em pé, aquele que chega e que parte, que entra e sai de uma repartição pública sem receber um mero cumprimento.
Apenas mais, com os meus sabores, dissabores,alegrias, tristezas, surpresas e decepções...
Apenas mais um, mas com os meus direitos, deveres, dúvidas, certezas...
Apenas mais um na multidão, ora sigo o ritmo dela, ora tenho o meu próprio, ora estou no meio dela, ora fico no meu canto,
Apenas mais um, um com eles e elas, mas não um deles e delas, sou apenas mais um mas procuro fazer a diferença.
Forte abraço:
Diego Monteiro

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Questionar-se é um ato instigante que permeia o coração e a mente das pessoas. Os questionamentos ora podem ser benéficos em outros momentos não, até porque a interrogação quando vira dúvida, no sentido estrito de por a prova, é perigoso, triste,angustiante...
Certo dia vendo uma cena no centro da cidade pela janela do ônibus, questionei-me “Como Pode?” e com este vieram milhares de sensações, situações de vida...
Como pode uns com tantos e outros sem nada, e estes sorrirem de forma tão límpida e sincera apesar de algumas precariedades?
Como pode amores tão lindos e apaixonados, esvaírem-se pela distancia, desconfiança, impossibilidade?
Como pode ter pessoas que dizem ter fé numa coisa, e ao mesmo tempo necessitarem de outros elementos espirituais para vivenciar a sua fé?
Como pode alguém assumir publicamente um amor e suas atitudes negarem tudo aquilo que outrora foi confessado, proclamado...?
Como pode morrer em tenra idade ou no ápice dela e não ter vivido outras experiências?
Como pode existir adeus, sabor de um até logo, ou o inverso?
Como pode haver tanta criança no mundo sendo pai e mãe de uma forma tão breve?
Como pode a vida de algum ser festejada com as desgraças dos outros?
Como pode alguém de tanta piedade, ao invés de sua vida ser de oração, é voltada ao ódio, rancor, calúnias...?
Como pode a chuva ser alegria para uns e sofrimento para outros?
Como pode um surdo com Bethowen compor sinfonias tão lindas ou Steve Wonder mesmo sendo cego tocar perfeitamente piano?
Como pode aquele que parte para ensinar,terminar saindo dali aprendiz?
Enfim, questionar na verdade é um exame de consciência de nossas vidas, por este ato podemos crescer ou diminuir, aprender mais que ensinar, amar mais que ser amado...
Como pode tantas coisas em nossas vidas, com suas nuances, horas, idas e vindas?Há uma resposta convincente: DEUS que rege tudo e permite tudo- da morte natural, das lágrimas ao sorriso, da fé a descrença; do amor ao ódio, da surpresa a decepção, e por aí vai...
Forte abraço:
Diego Monteiro

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Quem sou eu? Hum resposta não tão fácil de responder. 
Mas será que é mesmo dificuldade de encontrar conceitos ou um não querer responder?!
Tá bom vamos, você deseja minha minha identificação, assim com o organismo requer o reconhecimento de uma célula dentro dele e quando não o faz denomina-o estranho.Até porque é elementar que o anonimato cause mais curiosidade do que espanto; enquanto o óbvio apenas é observado, constatado e pronto, é óbvio.
Não irei responder nos mínimos detalhes, mas posso lhe garantir que sou aquele que está sempre ali, acolá e aqui; pensando, cantando, rezando, criando, dançando...
Estou na mesa, no sofá, no quarto, no banho, no lazer, no frio, calor, na praia, monte, cachoeira, rio, caatinga, cerrado, agreste...
Estou a sorrir, chorar, gargalhar... Sou aquele disposto a acreditar nas pessoas, no amor, na educação, na política séria, na amizade, em milagres e prodígios, curas, acredito na Vida e na Morte não como fim, mas um começo de uma vida nova!
Meus segredos e ideais? Assim já estamos nessa parte?! ah isso é "segredo de liquidificador". 
Como assim?
O liquidificador é o local onde colocamos tudo para batermos até chegar àquilo que queremos, por exemplo, um suco, despejamos as cascas, pomos água, açúcar, e até leite e batemos tudo de forma que fique bem pinicadinho, triturado, depois em alguns casos coamos, até enfim obtermos um suco gostoso, ou seja, um momento meu, compartilhado com poucos ou com alguém...
Ainda não me disseste que és?
É porque o dizer quem sou, é algo muito peculiar, não para todo mundo!
E quem seria esse todo mundo?
Todo mundo é você, um motorista de ônibus, a companhia de cadeira na viagem, a dentista, a vendedora do caldo de cana, ah tanta gente para mim é todo mundo...
E qual porção de ti você reserva a esse todo mundo?
Todo mundo para mim é parente próximo de qualquer um e "pra qualquer um na rua Beija Flor"!
E para os seus?
Ah! para os meus eu sou... Quem sabe você um dia não venha a tornar-se um deles e não saberá?!

Forte abraço:

Diego Monteiro

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Essa máxima de Dom Bosco pode nos nortear no sentido de refletirmos não sobre nossas ações caritativas, ou de como andam nossos ciclos de amizade tanto virtuais quanto reais, enfim, o que pretendo abordar é justamente o papel desse OUTRO na minha vida, e a importância que dou a esse OUTRO.
De acordo com o filósofo Emmanuel Lévinas “É diante do rosto do Outro que o sujeito dá conta que é um ser responsável.” , "Para saber uma verdade qualquer a meu respeito, é preciso que eu passe pelo outro."(Sartre), claro se eu fosse elencar outras idéias sobre o outro, talvez seria uma postagem apenas de frases e conceitos, mas não é este o propósito. Às vezes parece-me que quando falamos do outro sempre nos levamos em consideração  como aquele próximo, que nos agrada,temos apreço, enfim fica um conceito meio no viéis da camaradagem, até então é fácil nos relacionarmos com o outro e entendermos que ele “é a imagem e semelhança de Deus.”!
Mas e quando esse OUTRO, é contrário de tudo isso? Como o vemos? Percebemos? Convivemos? “O inferno são os outros” já afirmava Sartre, e a troco de que iremos assim compartilhar desse inferno de uma forma tão fraternal?Como encarar esse outro quando não nos é amigável, usa de malícias para se aproximar de nós, que sorrir na frente e fala mal por trás, que julgamos nosso braço direito e em seguida vira esquerdo, e já que o novelista João Emanuel Carneiro está em alta, e quanto a este outro, quem tem culpa finalmente “Nina ou Carminha”?, serial killer não me atrai em nada e deixa a cabeça muito confusa, mas vamos lá...
A máxima do grande patrono da Juventude nos coloca diante de um desafio enorme de nossa existência, o CONVIVER com tudo e com todos. Claro sem perder nosso caráter em prol de coisas que não são tão agradáveis. Esse outro como evoca São João Bosco é aquele que em qualquer circunstância pode entrar em nossa vida,seja pela porta de nossa simpatia, amizade, ou até mesmo pelo contrário.O segredo desse estar para o outro, não pode ser pautado em altruísmos, chantagens, medos, ameaças, entre outros elementos, mas alicerçado na sinceridade dos fatos, do chegar junto sem medo, e mesmo se esse OUTRO migrar para o lado do desagradável.Nós que acreditamos nas capacidades do outro, da forma ética e cristã devemos  acolhê-lo, até porque todas as nossas ações tem conseqüências direta ou indiretamente, não é preciso que repercutam na mesma hora, mas um dia irão ser irradiadas nos fachos dessas nossas ações.Pode parecer meio que auto ajuda, mas quando dermos o primeiro passo de acreditar nos valores universais da amizade, do amor ÁGAPE, desprezando quaisquer interesses, iremos mudar muita coisa em nosso mundo.
Não podemos abraçar o mundo sozinhos, mas se abraçarmos uma parte dele estaremos fazendo uma grande ação.E o que outro vai significar para mim depende muito também do que estamos jogando no terreno da existência dele em nossa vida. É bom lembramos que as rosas que estão no jardim não estacionam apenas no cheiro e cor das pétalas, mas dentro desse jardim encontramos espinhos nelas, que furam e ao fazer isso gera uma dor muito grande, sai sangue,é certo que estanca, mas fica muito difícil esquecermos que naquela tão linda e cheirosa rosa eu me espinhei um dia!
Enfim aprendamos sempre que “O OUTRO É O EU QUE NÃO SOU EU” (Sartre), não vamos querer cópias perfeitas nossas em nossos ciclos de amizade, somemos valores, ensinamentos, espiritualidade, sonhos, ideais, porém respeitemos a essência e simplicidade daquele que  consideramos com tanto carinho como o OUTRO em nossa vida.Somente assim iremos superar as Avenidas Brasil tortuosas que encontramos em nossas vias de existência.(oioio,ôiôiôi.. He He He) até porque na novela da vida real ele (o outro) tem o seu lugar:o do DIÁLOGO.
Forte abraço:
Diego Monteiro

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Gostaria de discorrer sobre um tema que não domino, nem sou gabaritado para falar dele, mas de um tempo para cá me deu uma inspiração de escrever sobre ela.. é.. ELA que me encanta com todo seu charme, sua história, seus efeitos, estilos, por sua forma de existir no mundo e até mesmo a sua presença na minha vida.
Não, não quero aqui elucidar nessas linhas uma pessoa querida, não se trata de um ser, pode até ser, mas não chega a ser pessoa, indivíduo(a)...
Olhe sinceramente desde criança eu a conheço, ora se apresenta num tom suave, carismático e embalante "dorme neném, do meu coração..." (nossa deu uma vontade de me balançar na rede.), outrora era que afastava daqueles pesadelos e monstros que apareciam no quarto me assombrando "mãezinha do céu, eu não sei rezar..." e outras que fizeram parte de minha infância "vem cá Cacá, vem cá Didi, Diego não quer dormir, não vou lá, eu vou já, apanhar maracujá.." Minha mãe cantava para mim quando não queria dormir depois de uma crise de garganta e febre a noite toda....
"Depois fui crescendo eu me lembro..." e aí comecei a desfrutar dela de forma meio que tudo junto e misturado, é ao mesmo tempo que ouvia "sou feliz, por isso estou aqui" , vinha imediatamente "talvez eu eu seja simplesmente como um sapato velho" ou ainda "sorria, meu bem, sorria" (essas era meu pai que gostava de ouvir aos domingos), é ela foi fazendo parte de minha história de vida, até poderia aqui fazer uma retrospectiva bem cronológica,melhor não... se não de texto de blog irá se transformar em página de livro de História Geral.
Logo, logo, fui criando um hábito de escuta-la e nesse ato de ouvir, vi que alguns momentos de minha vida foram marcados pela presença dela, sério mesmo, nem tanto as fotos ou o momento do acontecido, consigo lembrar dela, por exemplo: Primeira Comunhão, sabe aquele dia festivo, eu todo arrumadinho por mainha, cabelo de lado, roupinha branca, olho para  foto e imediatamente lembro da Quadra do Maria Auxiliadora repleta de pessoas  e aquele canto me fez  tão feliz "minha luz é Jesus e Jesus me conduz, pelos caminhos da paz." nossa! outro momento minha primeira viagem só, para o Juazeiro do Norte "quero colo, vou fugir de casa..." detalhe não estava fugindo, mas viajando, passar férias.Aos 14 e 15 anos, ano da rebeldia, não queria nada com nada,"complicada e perfeitinha, você me apareceu" é apesar de uma fase daquelas eu pude também participar dos Encontros de Crisma e depois de confirmar a minha fé "Ó Senhor tu me ungistes na fronte, com o óleo que cura a ferida...", não pretendo aqui externar nenhum elo de santidade, mas depois da Crisma fui me achegando a Igreja de uma forma tão linda que o meu chamado vocacional, abafado nessa fase de rebeldia tinha voltado "meu pensamento vive em você, a luz do meu viver, Senhor", e muitos são os momentos que depois pretendo fazer um Flash Back das musicas e minha vida.. quem sabe num próximo texto.
Porém toda essa volta requer um simples pensamento sobre a importância DELA em minha vida: A MÚSICA.Como afirmei nas primeiras linhas talvez não tenha muita propriedade para falar sobre isso, por não ser um exper na área, mas é através dela que eu posso TRANSCENDER na minha EXISTÊNCIA.Com ela eu viajo, vou a lugares que só eu tenho acesso e um livre acesso, através dela falo minha oração, seja de louvor, angústia, sofrimento, alegria. De suas notas ecoam não apenas os sons, mas momentos, pessoas, situações...
Já afirmava São João Bosco "uma casa salesiana sem música, é como um corpo sem alma", eu particularmente entendo essa casa como nosso ser, o que cada um e cada uma é.Não sejamos opacos, a música eleva nossa alma, acalenta nossos corações, sossega nosso espírito e nos dá força para viver.Vejamos as escalas, no:
DÓ- lembro o dormir, a dó da saudade, 
RÉ-reviro o mundo e as situações
MI-olho para mim e vejo o que passei, passarei e passo.
FÁ-vem os afazeres, as ações
SOL-tenho que buscar ser luz, nem alta, nem baixa, apenas luz...
LÁ- ah onde eu vou, você não pode ir, mas se quiser ir, vamos!
SI- vale a pena viver, apesar de tudo!
Termino essa simplória reflexão com essa máxima: "Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos."(Cora Coralina) e assim vamos existindo e não apenas vivendo.

P.S: A foto usada para ilustrar esse texto, segundo um músico que conheço tenho grande respeito, admiro seu trabalho, um indivíduo que me faz rezar, pensar, crescer com suas músicas, me disse que nem pegar no violão eu sabia e que seria impossível pensar numa nota musical saindo daí kkkk "Pose eu tenho, só me falta apenas o dom de tocar" he he he

Forte abraço:

Diego Monteiro.


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