"Esse sol tão lindo, gostoso de se ver, essa vida boa correndo pelas mãos"

"Olho para o céu, tantas estrelas na imensidão do universo em nós"

"Vesti o melhor sorriso..."

"Cogito, ergo sum"



Conviver com nossas dificuldades independentes da proveniência é algo que nos remete a capacidade de reflexão, ou melhor, uma auto reflexão tremenda.E isso é traduzido, ou seja, toma forma, corpo, quando "peitamos" algumas situações. Sabe quando realizamos algo ou fazemos uma apresentação e imaginamos aplausos infindáveis, "flashes" intermináveis, milhares de felicitações e nada disso vem à tona, pelo contrário somos surpreendidos por críticas destrutivas, silêncios mórbidos, pensamentos destrutivos, dizer que essas ações não são capazes de mexer conosco, estaremos sendo hipócritas?!
E quando uma doença grave ou degenerativa, bate à porta de nossa família e somos obrigados a vestir a capa da força, fé, esperança aos outros, a nós mesmos, sem ter o direito de chorar, vacilar na confiança em Deus... FRAQUEZA? que seja afinal já canta um dos grandes poetas da música brasileira, Fagner: "o homem também chora..."
Ou ainda quando o coração fala muito mais alto que à razão, e impelidos por ele somos levados a idealizar situações, pessoas, lugares e com o passar do tempo, da superação da fase do IDEALISMO, percebemos que o Super Herói, o Protótipo de ser que criamos, também pode sangrar, o nosso ídolo ou ídola é comum a nós: sofre... chora...rir... vacila... vai à padaria, praça...
E quando o encontro tão esperado diante do pôr-do-sol, gera tanta euforia e se torna apenas um momentos a mais, de diálogos óbvios, monossilábicos ou apenas um encontro de despedidas.
E quando dentro de um quarto de UTI, com aquele aparelho indicando que ainda é sinal de vida, esperança, aumento de possibilidades de êxodo daquele quadro, e ocorre o contrário de um som que soa nos ouvidos musicando um adeus, uma saudade eterna...
E assim são várias as situações que nos rodeiam, que nos pedem, ou melhor, nos exigem, FORÇA, CORAGEM E FÉ, e quando esses  não aparecem o que fazer?Sinal de fraqueza? Chorar, sentir, amar, saudade, doação, acreditar no outro, lutar por ideias, idéias, amizades, amor... "pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza então!"
Vivamos toda a nossa humanidade, por mais que ela não agrade a todos (as), ou até mesmo àqueles  (as) que mais amamos, nos aceitemos... Tenhamos orgulho de sermos nós mesmos, revestidos de nossas experiências, afinal " O QUE EU GANHO OU O QUE EU PERCO, NINGUÉM PRECISA SABER!"
 Forte abraço:

Diego Monteiro


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E...
Ah!
O que?
Porque?
Para que?
Como assim?
Pode ser?
Que tal?
Agora?
Eu acredito!
Eu duvido!
Eu creio!, mas aumentai a minha Fé.
Eu amo!
Eu odeio!
Eu me lanço...
Eu curto...
Eu não sei...
Será?

A vida é assim, repleta de reticências, interrogações, exclamações, sinal de que na maioria das vezes somos instáveis em nossas decisões, realizações, sonhos, frustrações, vacilos, acertos, pecados...
Mas vamos usar os sinais que pontuam os nossos textos, grafados em nossos livros, agora vamos leva-los a nossa vida.
Deixemos as reticências (...) de lado, elas indicam, vagueza, desconfiança, possibilidades-boas ou más...
Vamos dar um basta na interrogação (?), pois com ela somos capazes de por muita coisa boa  à prova ou descobrirmos verdades dela...
Se formos mais exclamativos, poderemos assim, mostramos a nossa força, independência, altivez,porém com moderação, para não nos torarmos auto suficientes...
Invistamos no ponto final (.), ele nos ajuda a sermos decididos, também indica a nossa vontade de mudar a página, terminar o parágrafo, fazemos assim uma nova história.
RECOMEÇO. Façamos de nossa filosofia de vida uma ação: RECOMEÇAR. Mas com ponto final.

Forte abraço:

Diego Monteiro

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Dos discursos ilógicos e daqueles que ainda aplaudem,achando-os o máximo...
Das mentes vazias e maléficas, as quais apenas em seus olhares vê-se nitidamente nascer maldades e perspicácia...
Das promessas que nunca são cumpridas, das histórias mal contadas, dos amores inacabados e daqueles que demoram pra começar...
Das campanhas nas redes sociais, da chamada da nova "novela das 9h", que de nova só tem a trilha sonora e olhe lá...
Das orações vazias e hipócritas, as quais são de pouca vivência e muita máscara, teatro, falsidade...
Da voz da atendente virtual "após o sinal diga seu nome e a cidade de onde está falando" ou "você não tem créditos suficiente para realizar esta chamada" ou ainda "tecle 1 para falar com um de nossos atendentes, 2 para promoções, 3 se vocês estiver falando do seu próprio aparelho, 0 para voltar ao menu inicial"...
Das promessas dos políticos, com o famoso jargão "se eleito for..."
Dos vendedores de guloseimas no ponto de ônibus, justamente no dia em que "papo" é o que você menos quer naquela hora do "rush"...
Dos humores que vão, que ficam e que às vezes nem aparecem...
Dos falsos amigos que insistem em travestir-se de verdadeiros...
Dos que sorriem e na verdade queriam mesmo era "fechar a cara"...
Das mensagens de auto estima, que acreditam elevar e na verdade o movimento é contrário...
Das pessoas que usam os sons de forma exagerada e obrigam todos a compartilharem daquele momento que eles (as) insistem em chamar de música...
Dos atos que pedem ações concretas e não passam de "blá-blá"...
Das placas e expressões É PROIBIDO, e as pessoas continuam a DES-proibir...
Enfim, cansei-me: dos meus escritos, do visual do meu cabelo, do perfil do face, dos emotions do msn, das músicas do celular...
Cansei... Cansamos..., mas é a vida, faz parte de sua dinâmica: rotina- mesmice-novidade, que depois vira mesmice-rotina, e que lá na frente vira novidade.... e depois.... já sabemos. Afinal descanso apenas no céu, pelo menos é o que dizem.

Forte abraço:

Diego Monteiro


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Daqui há alguns poucos dias, semanas, mês, iremos para o fim do ano e com este findar, bate logo à nossa porta os sintomas de reflexão que abarcam os seguintes elementos: Projetos, Sonhos, Atitudes, Relações, Espaços, Relacionamentos, Simpatias e por aí vai...
Daí surge a famosa premissa "no ano que vem, eu vou fazer diferente." ao som daquele música "daqui pra frente, tudo vai ser diferente..." Será? Sim, pode até ser, mas para este simplório "blogueiro" o mais importante no que tange a história (entendamos por história, existência, presença), não a preocupação de cada um de entrar na história, mas FAZER HISTÓRIA!
E ainda há um adágio popular que reza " o leite muda de recipiente, mas as moscas são as mesmas", a história pode até ser cíclica, mas os direcionamentos, somos nós que damos, optamos.
O fazer diferente não está longe de cada um (a), mas, imerso em nosso interior, na vontade de cada dia de nossa existência, construirmos dias, horas, meses, anos melhores.
Saltar as 7 ondas, degustar uvas, vestir branco, vermelho, amarelo, pintar a casa, mudar o visual, adquirir algo novo, de nada adianta  senão tivermos a capacidade de olhar a nossa imanência de forma positiva, propositiva...
Ser de POUCOS é um luxo!?
Ser de TODOS é uma qualidade!?
Não ser de TODO MUNDO é questionável ou excesso de reserva!?
O ideal é sermos dos nossos, valorizando-os e sendo feliz a cada dia ao lado de quem gostamos, admiramos, até porque é melhor que a felicidade chegue inesperadamente, do que vir a galope ou de trenó (já que no início desse texto me referi ao final do ano), afinal de contas Papai Noel só existe para quem acredita, não é verdade?
"Apesar de você, amanhã há de ser, um novo dia..." Será?!

Forte abraço:
Diego Monteiro

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Diante do corre-corre da vida e da grande estrutura que pertenço chamada mundo, e que ás vezes para mim se apresenta pequeno, distante, real, irreal e por aí vai...
Penso naqueles que pensam em tantas coisas da vida, nos aplausos, cargos de destaque na sociedade, repartições, organizações, nos que são esperados ansiosamente pelos seus fãs, nos que um dia receberem nomes em cidades, praças, ruas, BR’s...enfim os notórios, ou os que pensam em ser notórios e principalmente aqueles que eram notórios...
O que pude perceber diante de um mundo maior que o meu, é que diante de uma realidade ímpar e de um habitat diferente EU SOU APENAS MAIS UM...
Apenas mais um com os meus sentimentos, minhas ideias, ideais, pensamentos...
Apenas mais um que senta no assento do ônibus ou que às vezes vai em pé, aquele que chega e que parte, que entra e sai de uma repartição pública sem receber um mero cumprimento.
Apenas mais, com os meus sabores, dissabores,alegrias, tristezas, surpresas e decepções...
Apenas mais um, mas com os meus direitos, deveres, dúvidas, certezas...
Apenas mais um na multidão, ora sigo o ritmo dela, ora tenho o meu próprio, ora estou no meio dela, ora fico no meu canto,
Apenas mais um, um com eles e elas, mas não um deles e delas, sou apenas mais um mas procuro fazer a diferença.
Forte abraço:
Diego Monteiro

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Questionar-se é um ato instigante que permeia o coração e a mente das pessoas. Os questionamentos ora podem ser benéficos em outros momentos não, até porque a interrogação quando vira dúvida, no sentido estrito de por a prova, é perigoso, triste,angustiante...
Certo dia vendo uma cena no centro da cidade pela janela do ônibus, questionei-me “Como Pode?” e com este vieram milhares de sensações, situações de vida...
Como pode uns com tantos e outros sem nada, e estes sorrirem de forma tão límpida e sincera apesar de algumas precariedades?
Como pode amores tão lindos e apaixonados, esvaírem-se pela distancia, desconfiança, impossibilidade?
Como pode ter pessoas que dizem ter fé numa coisa, e ao mesmo tempo necessitarem de outros elementos espirituais para vivenciar a sua fé?
Como pode alguém assumir publicamente um amor e suas atitudes negarem tudo aquilo que outrora foi confessado, proclamado...?
Como pode morrer em tenra idade ou no ápice dela e não ter vivido outras experiências?
Como pode existir adeus, sabor de um até logo, ou o inverso?
Como pode haver tanta criança no mundo sendo pai e mãe de uma forma tão breve?
Como pode a vida de algum ser festejada com as desgraças dos outros?
Como pode alguém de tanta piedade, ao invés de sua vida ser de oração, é voltada ao ódio, rancor, calúnias...?
Como pode a chuva ser alegria para uns e sofrimento para outros?
Como pode um surdo com Bethowen compor sinfonias tão lindas ou Steve Wonder mesmo sendo cego tocar perfeitamente piano?
Como pode aquele que parte para ensinar,terminar saindo dali aprendiz?
Enfim, questionar na verdade é um exame de consciência de nossas vidas, por este ato podemos crescer ou diminuir, aprender mais que ensinar, amar mais que ser amado...
Como pode tantas coisas em nossas vidas, com suas nuances, horas, idas e vindas?Há uma resposta convincente: DEUS que rege tudo e permite tudo- da morte natural, das lágrimas ao sorriso, da fé a descrença; do amor ao ódio, da surpresa a decepção, e por aí vai...
Forte abraço:
Diego Monteiro

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Quem sou eu? Hum resposta não tão fácil de responder. 
Mas será que é mesmo dificuldade de encontrar conceitos ou um não querer responder?!
Tá bom vamos, você deseja minha minha identificação, assim com o organismo requer o reconhecimento de uma célula dentro dele e quando não o faz denomina-o estranho.Até porque é elementar que o anonimato cause mais curiosidade do que espanto; enquanto o óbvio apenas é observado, constatado e pronto, é óbvio.
Não irei responder nos mínimos detalhes, mas posso lhe garantir que sou aquele que está sempre ali, acolá e aqui; pensando, cantando, rezando, criando, dançando...
Estou na mesa, no sofá, no quarto, no banho, no lazer, no frio, calor, na praia, monte, cachoeira, rio, caatinga, cerrado, agreste...
Estou a sorrir, chorar, gargalhar... Sou aquele disposto a acreditar nas pessoas, no amor, na educação, na política séria, na amizade, em milagres e prodígios, curas, acredito na Vida e na Morte não como fim, mas um começo de uma vida nova!
Meus segredos e ideais? Assim já estamos nessa parte?! ah isso é "segredo de liquidificador". 
Como assim?
O liquidificador é o local onde colocamos tudo para batermos até chegar àquilo que queremos, por exemplo, um suco, despejamos as cascas, pomos água, açúcar, e até leite e batemos tudo de forma que fique bem pinicadinho, triturado, depois em alguns casos coamos, até enfim obtermos um suco gostoso, ou seja, um momento meu, compartilhado com poucos ou com alguém...
Ainda não me disseste que és?
É porque o dizer quem sou, é algo muito peculiar, não para todo mundo!
E quem seria esse todo mundo?
Todo mundo é você, um motorista de ônibus, a companhia de cadeira na viagem, a dentista, a vendedora do caldo de cana, ah tanta gente para mim é todo mundo...
E qual porção de ti você reserva a esse todo mundo?
Todo mundo para mim é parente próximo de qualquer um e "pra qualquer um na rua Beija Flor"!
E para os seus?
Ah! para os meus eu sou... Quem sabe você um dia não venha a tornar-se um deles e não saberá?!

Forte abraço:

Diego Monteiro

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