"Esse sol tão lindo, gostoso de se ver, essa vida boa correndo pelas mãos"

"Olho para o céu, tantas estrelas na imensidão do universo em nós"

"Vesti o melhor sorriso..."

"Cogito, ergo sum"




Quem nunca ouviu essa sentença “que a vida é um constante aprendizado” e somos sempre aprendizes, pois cada dia temos coisas diferentes em nossas vidas que temos que saber lhe dar, as quais comportam dor, alegria, perdas, ganhos, encontros, desencontros...
Aprendi na vida que comer não é apenas para satisfazer vontades, mas um ato social...
Aprendi que quando estou à frente de algo sou um com eles, mas não um deles...
Aprendi que para compor um personagem é necessário vestir a camisa dele e deixar a arte fluir...
Aprendi que não se pode sempre e por toda vida contar com todos, e que no meio desses (todos) sempre tem alguns que sonham e constroem com você um ideal comum...
Aprendi que no decorrer da existência há o meu tempo, o de Deus e o do outro, e eu preciso administrar o meu, esperar o de Deus e compreender o do outro...
Aprendi que por mais longínquo que seja o caminho, se caminharmos com sinceridade, fé e amizade, poderemos fazer esse trajeto milhões de vezes sem cansar...
Aprendi que para que os lugares, paisagens, cidades, não necessitam de uma máquina fotográfica para eternizar os momentos e cenários, até porque quando as lentes do coração são capazes de eternizar essas situações...
Aprendi que quando partimos para Semear a Boa Nova do Reino, com nossas teorias, devoções, alguém muito importante chegou lá bem antes de mim: O Espírito Santo e já preparou muito bem o terreno...
Aprendi que cuidar de si é mais que ato de vaidade, mas uma atitude de amor próprio...
Aprendi que é possível um instrumento dialogar com uma cantora em pleno show, e o instrumento termina vencendo com muita sutileza...
Aprendi que não posso ter tudo na mesma proporção do meu coração e dos meus pensamentos, mas que aquilo que tenho alcançáveis e disponíveis para eles são maravilhosos...
Aprendi que fé para ser autêntica não deve jamais passar pelo víeis da dúvida ou incerteza, e sim regada pela confiança...
Aprendi que as mãos mais pobres são as que mais se abrem para tudo dar...
Aprendi que se os outros sofrem não devo tanto interferir em seus sofrimentos caso não queira, mas respeitar, rezar e compreender...
Aprendi, aprendo, aprenderei, até porque somos alunos na Escola da Vida e cada dia devemos estar sempre nesta situação de APRENDIZES até porque nunca estaremos prontos para tudo!

Forte abraço:
Diego Monteiro

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Ah! Como é difícil assumir que crescemos e mesmo que a idade fique tenra com o passar dos anos, sempre estamos carregando dentro nós, traços fortes da meninice, ô época boa, apesar de darmos valor a ela somente depois que passa...
Somos meninos quando encontramos no colo de “mainha” o porto seguro para os nossos problemas, a alma suplica por afago, os cabelos suplicam por um cafuné, nossos ouvidos requerem ansiosos a aquela melodia suave, a qual Beethoven com toda sua mestria foi capaz de compor, que brota dos lábios com palavras lindas de confiança, incentivo.
Somos meninos, quando nos deparamos com determinadas expressões faciais ou mesmo alguns olhares nos remetam a admoestações, reprovação, crítica, nos deixam perturbados e pondo muitas vezes nossas aptidões, talentos, ideologias em xeque.
Somos meninos quando a chuva cai e queremos correr pra rua, sentir a água que vem do céu sobre o corpo, dando gargalhadas sem pensar em nada mais apenas naquele momento sublime, mágico, meu, teu, nosso, chutando as poças de água e cantando em alto e bom tom “é hoje o dia, da alegria, e a tristeza nem pode pensar em chegar...”.
Somos meninos quando aquele prato favorito ou a sobremesa se encontra na mesa e a degustamos com tanta felicidade, que é capaz de gerar uma enorme satisfação, euforia.
Somos meninos quando diante do nosso MELHOR AMIGO, nos sentimos nós mesmos, expondo meus sonhos, projetos de vida, dificuldade, estado de espírito... Quando ouço suas histórias novas, velhas e repetidas... Quando desfruto de sua maravilhosa companhia, e porque não naquele momento da briga, do calundum, instante de “carinhosas farpas” e depois volta tudo de novo “POR VOCÊ FARIA TUDO 1000 VEZES NOVAMENTE!”.
Enfim, vejo que é preciso SER MENINO, TER MENINICE em determinadas situações, pois é neste e nesta que habita em mim, você, nós, a capacidade de sermos mais nós mesmos, nos impulsiona ao PERDÃO, AMOR SINCERO e principalmente a coragem de RECOMEÇAR!

Forte abraço:

Diego Monteiro

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O que dizer dessas gotas que escorrem dos olhos e regam a pele nos rostos, que assim como a terra do sertão anseia por gotas de água, esperança para quem necessita de uma cor na vasta vegetação do existir.
Ela (a lágrima) é o sinal de um gozo quase que inatingível: meu time foi campeão; meu filho (a) nasceu; aquela cura tão esperada aconteceu; o SIM tão esperado veio, chegou, aconteceu... Bom como pode ser configuração de dor, saudade, tristeza, decepção. Podemos então que é um taco da face doída do amor.
Lembro-me um dia ter ouvido um dia de alguém que me contava uma história linda de AMOR, no que tange os vários elementos do verbo amar: CARINHO, CUMPLICIDADE, DIÁLOGO, CONFIDÊNCIAS, enfim AMOR. (entendes não é?!), voltando à pessoa me disse diante de tantas coisas uma frase que me chamou atenção e tornou aquela partilha inesquecível: “amar dá muito trabalho, amar dói.” confesso fiquei sem palavras, apenas guardei, pensei... E agora estou escrevendo.
Quando a lágrima escorre é como se fosse um processo de purificação, sinceridade, força, autenticidade, momento único em que SOMOS NÓS MESMOS, desmascaramos nossas MÁSCARAS e abandonamos nossos PAPÉIS, rompemos com cenários, efeitos de som e luz, maquiagem, figurino...
Enfim, estando num dia num Show de Música Católica e diante de um momento muito delicado de minha vida que me pedia decisão, e isso gerou em mim um misto de dor, indecisão, ação, recuo, e elas (as lágrimas) resolveram correr e ouvi de Celina Borges, meio que uma profecia: “as lágrimas que estão correndo dos seus olhos, serviram para regar a sua fé e confortar seu coração.”
Quando precisarmos chorar, choremos, e quando desafinarmos no compasso da vida, não vamos culpar o instrumento ou o regente, porém é nesse desafinar que se encontra a melodia mais bela da vida: EU com lágrimas de dor, sinceridade, amor, saudade, esperança...
Forte abraço:
Diego Monteiro

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Olhando o por do sol da janela de um ônibus coletivo, depois de horas tomando um belo chá de cadeira me pego pensando nessa circunstância: o ser humano é alguém que sempre busca. SOMOS SERES DE BUSCA seja de sentido para vida; felicidade, bem estar, em síntese REALIZAÇÃO.
Voltando ao título do texto,sempre estamos impulsionados a ir ao encontro de.. da.. do.. e por aí vai. Pensamos sempre em lugares paradisíacos, cidades maravilhosas e “cheias de encantos mil”, encontro com pessoas extraordinárias, ou participação ativa em eventos sensacionais e por fim sempre achamos/ acha-se que a UP da Plenitude chegou devido ao lugar, a pessoa, as situações, os encontros... Impossível? Nãoooooooooooooooo! Mas nem tudo que reluz é ouro, pode ser Michelin, Banhado a ouro, Bijuteria.
Mas o que quero mesmo dizer com tudo isso? É que o ENCONTRO ou os ENCONTROS sempre nos propiciam algum ensinamento, nos edifica!
Eu vou olhar para o mar e penso que a minha vida assim como as ondas tem altos e baixos; revoltas, brandas, mas sempre seguindo um dinamismo. Água vem e água vai, bate nas pedras, quebra mar... Olhar para o horizonte até os olhos perderem as vistas, nos mostra a nossa pequenez diante da obra criada e que nunca saberemos muito sobre tudo e sobre todos, sempre haverá/há algo de novo para desvelarmos.
Eu vou para a Capela, lá onde o meu Senhor está  presente e me espera ansiosamente para termos uma conversa amigável, sincera, sem pressa, posso gritar no meu silêncio, chorar com as dores do meu coração, até porque ele já sabe de tudo, mas ele quer que eu fale, converse...
Eu vou para o colo de minha mãe, aquele lugar quentinho, cheio de aconchego com gosto de boas vindas, lugar do meu porto seguro, tranquilidade... Ô saudade de mainha!
Eu para um lugar paradisíaco-Morro de São Paulo, Praia de Genipabu, Porto de Galinhas... - é lá que posso esquecer todos os meus problemas, angústias e camuflar a minha tristeza, nuances de humor e tantas outras coisas.
Eu vou para o show de minha cantora favorita (Ivete Sangalo) ou para o maior São João do mundo (Caruaru), no balanço da sanfona e no chiado a chinela dois pra lá e pra cá que eu consigo ir bem, na boa. Encontrando-me no som, na companhia amigável.
Eu vou para... Sabe que ninguém nunca disse que vai para possa se encontrar consigo mesmo?! Poucas vezes ouvimos essa expressão, é precisamos de vez ou outra nos curtiu fazermos um contrato conosco mesmos, é só assim poderemos ouvir a nós mesmos em vários ambitos nas coisas que sentimos e não podemos demonstrar, nas palavras que falamos e que não eram para serem faladas, ou não; lugares que estivemos e não era para estarmos e por aí vai...
Enfim, diga assim EU VOU... PARA? “para onde o vento me levar” não para o lugar da ALEGRIA, DO ACONCHEGO, da CONFIANÇA, da SEGURANÇA, sabe qual é? AMOR DE DEUS e o  CORAÇÃO DE JESUS.
Forte abraço:
Diego Monteiro.

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Parece algo quase que imperceptível, mas como é bom passar por essa vida, observando cada detalhe que nos circunda, claro que nem sempre é possível olhar tudo, todos...Porém se olharmos ao menos um pouco de cada coisa poderemos assim construir grandes observações e sensações, na relação mundo-pessoa-realidade.
Uma noite desses me peguei pensando um pouco na vida, as coisas que deveria organizar, aquelas que estavam já organizadas, outras que estavam bagunçadas, e por fim aquelas que deveria criar... é pra já! Logo me veio um “insigth” deixa eu dividir a minha vida, realidade, em gavetas, compartimentos...
E é assim que faço, cada dimensão de minha vida está num grande armário (quer dizer nem tão grande assim, afinal a pessoa aqui só tem 1.65m, então posso está mais pra prateleira do que um grande armário he he he he), como comumente começamos a fazer com as nossas roupas e papéis quando queremos organiza-los.
Funciona assim: uma gaveta que remete a um determinado elemento ou acontecimento serve para resolver aquela situação, isso requer alguns itens: tempo, análise delicada da situação, revisão de olhar, pensar, falar, e depois que a fecho, pronto, caso resolvido.... e por aí vai, e ainda por cima outra coisa, posso mesmo fechar, não estou esquecendo nada?!! Depois abro outra, fecho aquela, revejo outra,  e infelizmente em alguns caso isolo aquela!
Assim é vida, com tantas dimensões, cenários, personagens que marcam a nossa existencia, e assim são as gavetas, guardam, acomplam com carinho umas coisas, outras ficam bagunçadas esperando o dia de serem arrumadas, outras ficam no esquecimento,quebram e talvez nem se tenha tempo para concertar.
Cuide... Organize.. sua vida como se fosse um lindo armário e você vai ver que isso lhe trará uma calma mais com a vida, as pessoas, as realidades, os fatos...
Organizemos!!!!
Forte Abraço:

Diego Monteiro

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Começo este texto falando de uma situação tão corriqueira e bobinha que acontece no nosso dia a dia, aquela desagradável falta de luz. Desagradável? Indagou-me um pensamento Porque temos medo do escuro?Talvez seja porque (parece contraditório, mas penso assim) nele nos encontramos conosco mesmos.
Vejamos bem quando falta energia ficamos atônitos não simplesmente por não desfrutarmos das “maravilhas” que a luz nos proporciona, mas é porque temos que olhar para dentro de nós mesmos e esse processo de introspecção mexe muito com a gente.
Apagar as luzes quer dizer tchau, até mais, adeus...
Ao desligarmos o telefone estamos findando um diálogo, que pode ser tranqüilo, apaixonado (“desliga você, não desliga tu, vamos contar juntos e assim desligaremos”), desconfiança (porque será que desligou tão bruscamente, ou porque não atende ao telefone?), saudade (lembrei-me quando falo com mainha, ô saudade...)
Apagar a vela significa um tchau às vezes prolongado, um adeus a um passado, porém com a certeza de que sempre a luz poderá voltar a brilhar e aquela dor que confrangia vira alegria.
Apagaram-se as luzes... Da casa para um encontro conosco mesmos, para repousar, entrar no mundo do possível e do impossível, dos medos, monstros que assustam as crianças; do carro para afirmar uma parada seja para conversar, descansar o motor ou os corpos; dos olhos de quem se ama quando parte para a Casa do Pai ou quando a apagamos de nossas vidas...
Enfim tudo fica cinza, preto, sem graça, apagaram-se as luzes e com ela muita coisa se foi... Vai-se...
Chega-se...

Forte abraço:
Diego Monteiro

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Pensei hoje sobre aquilo que nós (pessoas) acreditamos e colocamos tanta confiança, às vezes “cega” e definitiva. Não quero com este texto descrever as “frustrações” da vida, mas mostrar assim como o saudoso Nelson Rodrigues “A vida como ela é”... Pessimismo não, REALISMO.
Nem tudo o que sonha se torna realidade, nem tudo que é realidade é sonho!
Nem toda prece que se faz se é atendido, ás vezes aquilo que menos se reza se alcança.
Nem todo abraço é acolhimento,
Nem todo sorriso é sinal de boas-vindas,
Nem todo olhar é de admiração, há olhares que são de inveja.
Nem sempre onda há fumaça há fogo!
Nem toda amizade com um “q” de carinho e cumplicidade é relacionamento amoroso, e às vezes nem todos os casais enamorados são amigos!
Nem toda lágrima é sinônimo de sofrimento, bem como nem todo sofrimento para se tornar tal deve ser manifestado, há aqueles (as) que sofrem em silêncio e até sorrindo.
Nem todo olhar atento quer dizer ATENÇÃO,
Nem todo beijo é sinal de amor, ás vezes pode ser sinal de traição, lembra de Judas?
Nem todo ponto final quer dizer que o texto acabou,
Nem todo ADEUS quer dizer que nunca mais nos veremos,
Nem todo tchau quer dizer até logo...
Nem sempre para se amar é necessário está junto toda hora, nem sempre está junto toda hora quer dizer que é AMOR.
Nem toda embalagem que dizer sobre o conteúdo, nem todo conteúdo remete à embalagem.
Nem todo personagem é pessoa, nem toda pessoa é personagem.
Nem toda crítica é para destruir,
Nem todo aplauso é sinal de aprovação!
Enfim na vida as coisas são assim há muitos fatos, olhares, observações, constatações, vertentes, versões, mas paremos para pensar O QUE É VERDADE?
Uma coisa basta na vida AS ESCOLHAS...

Forte abraço:

Diego Monteiro

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