"Esse sol tão lindo, gostoso de se ver, essa vida boa correndo pelas mãos"

"Olho para o céu, tantas estrelas na imensidão do universo em nós"

"Vesti o melhor sorriso..."

"Cogito, ergo sum"

Postado por Cicero Diego Monteiro Machado | quarta-feira, 20 de março de 2013 | 0 comentários




Este trecho da musica “anjo querubim” que sempre ouço, me impulsiono a uma simples reflexão, apesar de que muitos cantores e compositores já se debruçaram acerca do tema: Vida=Barco=Mar e por aí vai...

No oceano de nossa existência encontramos muitas intempéries que nos deixam meio que atônitos, surpresos, felizes, tristes e porque não decepcionados? O Velejador encontra vai para o mar, nunca com um conhecimento profundo de tudo. O mar aguarda surpresas, criaturas novas, ventos brandos, turbulentos, acalentadores, ondas revoltas e marolas... marolinhas...

Só sabe a carga que o barco leva, aquele que está direcionando seu barco no Oceano do Existir, nem sempre a pesca vai ser maravilhosa, às vezes os peixes encontrados podem ser sardinhas, outrora pode ser atum!

Os ventos que sopram na vela podem nos conduzir a um ilha bonita, a um cais seguro, ao encontro desejado, com isso somos reabastecidos de nossas forças, sonhos, nossas forças para ir em  busca de nosso itinerário. Quando isso ocorre a viagem segue tranquila, o barco desliza de uma forma sincrônica... sente-se o vento no rosto, a brisa, o cheiro de mar!

Porém nem como tudo são flores e nesta não fiquemos apenas apegados ao cheiro que elas exalam, há também no mar da vida os perigos, os ventos turbulentos que são capazes de nos deixar preocupados, com vontade de pular no mar revolto numa atitude de desespero e sair nadando ou para alguns diante de tanta dificuldade deixar-se levar para as águas profundas. Lembro-me do Apostolo tão fervoroso que diante de uma tempestade, perdeu toda sua razão e fé, perdido, sem chão; até que o Mestre chegou para acalmar.

É Deus está conosco, nisso devemos acreditar, o dito popular nos ensina que “depois da tempestade, vem a bonança”, e se cada um de nós levamos  conosco um barco sofredor, é sinal de que mesmo diante de tantas dificuldades na condução deste, há sempre um cais seguro ou porto nos esperando, quem sabe a “Terra Firme” que  estamos precisando nesse momento seja justamente aquele lugar em que devemos encontrar forças  para prosseguirmos a nossa odisseia. O que não devemos jamais permitir é que as pressões internas ou externas nos lancem no oceano sem muito sentido, ou até mesmo que permitamos um naufrágio... Quanto aos peixes, teremos que escolher bem, quando pescarmos para a nossa rede (amigos, convívio, vida), pois a “Qualidade de nossa Pesca vai depender da espécie de peixes que pescamos e não apenas pela tarrafa pesada, de escamas brilhosas, pois os peixes mais perigosos são aqueles se apresentam de forma mais robusta.”

“A tempestade vai passar, por sobre as ondas, confiantes andarei...”

 

Forte abraço:

Diego Monteiro

 

 

 

 

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